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POSICIONAMENTO DA IGREJA

A Palavra de Deus
A Palavra de Deus

Posição da Igreja Evangélica Assembléia de Deus Central de Colégio diante de vários temas de interesse da sociedade:

São eles:

Os Fundamentos da Igreja

A Igreja do Novo Testamento foi fundada por Jesus há vinte séculos na Judéia. Ela foi inaugurada no dia de Pentecostes com a descida do Espírito Santo. (At 2). Após a descida do Espírito Santo, a Igreja iniciou o seu glorioso Ministério Pregando as Boas Novas de Salvação. Começou na Judéia, e dali partiu para todo o mundo pagão. O fundador desta Igreja é Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, (1 Co 3.10,11; Mt 16.18). Ela está Baseada na Doutrina dos Apóstolos (At 2.42). Tem como "única" Régra de Fé e Prática a Bíblia Sagrada. A Palavra de Deus.
As pessoas que ouvindo a pregação do Evangelho crêem e tem suas vidas mudadas pelo seu poder transformador são batizadas nas águas por imersão em Nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, são admitidas como membros a Igreja. (At 2.41).
O principal objetivo da Igreja é a Pregação do Evangelho do Nosso Senhor Jesus Cristo (Mc 16.15; Mt 28.19; Rm 10.14), mostrando ao mundo que a Salvação está somente Nele, (At 4.12; I Tm 2.5).
O mundo está saturado com os mais diversos credos religiosos. A Igreja respeita e ama todas as pessoas, sejam elas de qualquer filosofia religiosa, porem não comunga com qualquer doutrina que não seja baseada nas Escrituras Sagradas, A Palavra de Deus. Nem tão pouco, com "doutrinas bíblicas" erroneamente interpretadas, fora da boa hermenêutica sagrada, e da doutrina pentecostal.

A Igreja e as Autoridades

A Igreja respeita toda autoridade constituída e ensina seus membros a serem fieis e cumpridores de seus deveres, e obedecer às leis do País.
A Igreja colabora com as autoridades restaurando vidas pela pregação da Palavra de Deus. Entre os membros da Igreja existe um grande número de ex-viciados, ex-dependentes de todos tipos de drogas, ex-criminosos de todos tipos de crimes que foram alcançados pala Mensagem Salvadora do Evangelho e tornaram-se pessoas regeneradas, dignas e honradas.
A obediência e submissão às autoridades são mandamento de Deus, (Rm 13.1-7).
*(A Igreja obedece às leis do País quando estas não contrariam as leis de Deus (At 4.19, At 5.29).

A Igreja e o divórcio

O casamento é uma instituição divina (o que Deus ajuntou não separe o homem (Mt 19.6). Portanto a Igreja considera o casamento indissolúvel; somente por infidelidade conjugal, praticada segundo preceito bíblico. Deuteronômio 24.1 diz que “se o homem descobrir na noite de núpcias que sua esposa não está do jeito que se declarou a ele antes do casamento, ou seja virgem, houve fornicação {“pornéia” termo grego usado por Jesus em Mt 19.6, que significa fornicação {relação sexual entre solteiros} ou infidelidade. Não é adultério {relação sexual que envolve alguém casado} “no grego moichéia”}, o marido então a despedirá anulando o casamento”. Mas mesmo neste caso, é melhor que haja perdão e reconciliação que separação.
A Igreja não aceita a infidelidade conjugal nem por parte do homem nem por parte da mulher. Ambos tem o dever de ser fiel um ao outro e a Deus. O casamento é indissolúvel em todas as instâncias, a Bíblia declara: “Portanto a mulher está ligada ao marido, enquanto ele viver, está lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido. De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for doutro marido; mas morto o marido, livre está da lei e assim não será adúltera se for doutro marido” (Rm 7.2,3). E ainda: “A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo em que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido, fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor" (1 Co 7.39). Portanto o casamento é até que a morte separe, este é o posicionamento bíblico, sem restrições. A Bíblia manda casar no Senhor, (1 Co 7.39).

A Igreja e o aborto

A Igreja considera o aborto crime hediondo, A lei de Deus diz: Não matarás (Êx 20.13). Os defensores do aborto argumentam que a mulher tem o direito de expelir de seu corpo aquilo que não lhe convém. Nem este nem qualquer outro argumento fará Deus anular a sua Lei, e permitir que uma mãe mate seu próprio filho. Todas que assim procederem darão contas a Deus e receberão a justa retribuição: (Is 59.3). Um único caso em que o aborto poderá ser praticado sem qualquer objeção da Igreja é por questão terapêutica: se o médico atestar que a continuação de uma gravidez coloca em risco a vida da mãe. Em mais nenhuma hipótese o aborto poderá ser praticado sem que se cometa grave pecado.

A Igreja e o homossexualismo

A Bíblia nos informa que Deus criou homem e mulher. Macho e fêmea os fez: (Gn 1.27). Portanto qualquer alteração neste princípio é abominação diante de Deus, quer seja ativo, passivo ou até mesmo simpatizante. Um homossexual pode aceitar Cristo e se tornar membro da Igreja. Assim como qualquer viciado ou criminoso abandona sua vida de pecado e torna-se um servo de Deus, também o homossexual abandona suas práticas pecaminosas e assume sua real identidade, porque Deus não criou o homem homossexual. A homossexualidade é uma opção de comportamento, e não uma determinação divina ou ato criativo de Deus. Tudo que Deus fez, Ele fez perfeito, principalmente o homem (Gn 1.31). Não existe homem em corpo de mulher, nem mulher em corpo de homem. Portanto, esta opção de comportamento é uma abominação a Deus. Está incluído em pecados de Sodomia e depravação moral diante de Deus. (I Co 6.10, Rm 1.18-32).

A Igreja e a eutanásia

Entende-se por eutanásia a antecipação da morte de um doente em fase terminal. Por estar doente sofrendo dores horríveis ou mesmo a ânsia da morte, discute-se a legitimidade da ação de seu médico para antecipar-lhe a morte. Nesta discussão uma parcela da sociedade aprova a eutanásia e até a considera uma caridade para com o moribundo. Outra parcela se coloca na oposição não aceitando sob hipótese nenhuma tal prática considerando-a ilícita e até mesmo criminosa.
A Igreja repudia a eutanásia. Somente Deus tem o direito de dar ou tirar a vida. O Senhor Jesus se apresentou como sendo Ele o caminho e a vida. Ele é, portanto a fonte geradora de vida. É muito louvável que os médicos apliquem todos os recursos disponíveis para salvar vidas, e nunca para antecipar a morte. Lemos na Bíblia a história do Rei Ezequias que estava gravemente enfermo e cuja morte estava determinada pelo próprio Deus. Mas diante de sua oração e suplicas, Deus lhe restaurou a saúde e acrescentou-lhe mais quinze anos de vida (Is 38.1-5).
A Igreja louva a Deus pelo trabalho dos médicos e todos os profissionais da área de saúde que tanto tem contribuído para minorar o sofrimento de milhões de doentes. A Igreja o considera uma benção de Deus. Temos o testemunho de muitas pessoas que estavam doentes já em fase terminal, tendo já se esgotado todos os recursos da medicina, foram completamente restaurados pela interferência direta de Deus mediante a oração dos seus servos.

"Nossa Igreja é Edificada no Espírito e no Temor do Senhor. Somos Fundamentados na Bíblia Sagrada"